quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

POEMA

Já quase não existo
no que escrevo
talvez nem mesmo
no que deixo
por escrever


Quem existe assim
(tão renitente)
não precisa de viver

Aqui está mais um poema fantástico do Carlos Lopes, "surripiado" à má fila do I blog your pardon.

Ornamenta #148